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Luz em casa e alegria estampada no rosto de Dona Nega.

.Cemig proporciona acesso à energia elétrica para aposentada que viveu até os 90 anos dependendo de lamparina.

Algumas coisas simples do cotidiano da maioria das pessoas tem valor inestimado para outras. Poder abrir a geladeira e servir um copo de água gelada ou, simplesmente, acender a luz ao anoitecer era algo inimaginável para a senhora Ana da Cruz Mendes. Sem acesso à energia elétrica, ela passou a vida tendo uma lamparina como companheira de todas as noites. Nos dias em que o calor era insuportável, tinha que caminhar longe para buscar gelo na casa de vizinhos e se refrescar.

Essa dura rotina chegou ao fim neste mês de setembro, após uma intervenção da Cemig. Finalmente, aos 90 anos, Ana da Cruz Mendes, ou simplesmente Dona Nega – como a aposentada é conhecida na pequena comunidade de Córrego do Gerônimo, na zona rural de Santa Cruz do Escalvado – acendeu pela primeira vez as lâmpadas de sua humilde residência. Ela também já pode beber água gelada sem sair de casa, onde mora sozinha e cuida de suas galinhas e do cachorro de estimação.

Dona Nega, viúva há mais de 40 anos, não tem filhos e vivia no escuro por falta de condições financeiras. A vista já estava embaçada por conta da dependência da lamparina que utilizou por décadas para conseguir enxergar no escuro. Agora, com as noites iluminadas, ela até está cantando de alegria durante o dia.

Mesmo com tantas dificuldades, a simplicidade e a alegria de Dona Nega já eram contagiantes. Com seu inseparável lenço na cabeça, o sorriso largo de Dona Nega há muito cativou a engenheira ambiental Viviane da Cunha Ângelo Lima.

O isolamento social imposto pela Covid-19, despertou Viviane para a situação da aposentada. A engenheira postou em suas contas no Instagram e no Facebook, em abril, uma foto de Dona Nega segurando uma lamparina. A imagem acompanhava o texto de uma poesia em que Viviane convidava as pessoas a refletirem sobre o momento difícil que idosos estão passando por conta da pandemia do novo coronavírus. “Muitos ainda não têm internet, água, luz e sequer alguém para os conduzir”, diz parte do texto.

A postagem de Viviane nas redes sociais recebeu curtidas, comentários e compartilhamentos, que chegaram imediatamente à Cemig. Houve o pronto empenho de vários departamentos da empresa para que Dona Nega pudesse ser atendida.

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