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Mercado Livre de Energia

Participação em consórcios para exploração de petróleo e gás é colocada à venda.

No próximo dia 18 de janeiro, a CEMIG realizará uma oferta pública das cotas de participação que possui nos Consórcios de Exploração de Petróleo e Gás Natural. São cinco blocos, quatro deles localizados na Bacia do São Francisco, no Norte de Minas, e um na Bacia do Recôncavo, na Bahia.

Atualmente, os trabalhos se encontram na etapa de prospecção, com expectativa de existência de reservas de gás no São Francisco e de petróleo no Recôncavo. Essa concessão para exploração das áreas foi obtida pela Cemig na 10ª Rodada de Licitações, promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2008.

Em cada consórcio, a Cemig possui participação de 24,5%, e, em todos eles, já foram realizadas as atividades previstas no Programa Exploratório Mínimo, conforme compromisso assumido junto à ANP.

Atenção e desenvolvimento

Em 2017, a Diretoria da Cemig anunciou uma trajetória de desinvestimento para restabelecer o equilíbrio financeiro. Os ativos que não fossem estratégicos e/ou com participações pouco relevantes, como é o caso da participação nos consórcios de exploração de petróleo e gás natural, foram considerados prioritários para inclusão no programa.

Nos blocos localizados em Minas Gerais, a expectativa é que exista gás natural, conforme evidências coletadas nas pesquisas já realizadas tanto pelos consórcios nos quais a Cemig participa quanto por outras empresas que também possuem concessões na região.

Quanto ao bloco localizado na Bacia do Recôncavo (BA), estima-se a existência de petróleo, considerando ser uma bacia “madura” e com atividades produtivas na região do entorno da área em estudo.

Fique ligado

O edital da oferta pública está disponível no Portal de Compras,​ no site da Cemig, onde os interessados poderão ter acesso às condições de participação. O valor de balizamento para lances é de R$ 20,5 milhões para o conjunto das participações de 24,5% nos cinco consórcios, sendo que a Comissão Especial de Alienação poderá aceitar valores inferiores, mediante deliberação e aprovação prévia da Cemig.